Os Relógios e sua Evolução


INTRODUÇÃO


Os meios de geração, disseminação e conservação do tempo, sofreram ao longo dos séculos uma grande evolução, marcada pelo aperfeiçoamento constante de vários dispositivos bastante engenhosos e singulares.

Partindo-se do Sol como referência natural em função dos dias e das noites, os relógios de Sol foram acompanhados por outros que utilizavam o escoar de líquidos, areia ou a queima de fluidos, até chegar aos dispositivos mecânicos que originaram as pêndulas.

Com a eletrônica e a descoberta do efeito piezoelétrico, os relógios a quartzo passaram a servir como padrões, evoluindo posteriormente até os atuais padrões de césio e maser de hidrogênio.

Assim, com o desenvolvimento tecnológico, estes padrões tornaram-se mais precisos como referência de tempo que a rotação do nosso planeta, embora sua translação ainda seja utilizada como referência para o Tempo das Efemérides. O homem busca nos “pulsar ou pulsares” - (estrelas de nêutrons) -, corpos celestes supermassivos, ultracompactos, com gravidade extremamente alta e com pulsações bastante regulares, uma referência estável que seja imune às variações de diversas origens observadas no interior do Sistema Solar.

Em nosso País, as atividades da Divisão Serviço da Hora (DSHO) do Observatório Nacional (ON) remontam à criação do Imperial Observatório do Rio de Janeiro, em 15 de outubro de 1827, pelo Imperador Dom Pedro I.

Em 1913, foi aprovada pelo Congresso Nacional a Lei 2784 que instituiu a Hora Legal no Brasil. A Divisão Serviço da Hora vem cumprindo todas as convenções internacionais já estabelecidas e tem como atribuições fundamentais a geração, conservação e disseminação da Hora Legal Brasileira (HLB) a todo território nacional, com diferentes níveis de exatidão e confiabilidade, conforme a Legislação Brasileira, bem como realizar pesquisa e desenvolvimento no campo da metrologia de Tempo e Frequência.

Em 1983, o então Serviço da Hora foi credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), para realizar aferições (termo da época) na área de tempo e frequência. Desde então, mediante convênios celebrados com esse Instituto e renovados há vários anos, a DSHO assumiu a padronização de referência metrológica do Brasil, no campo do tempo e frequência, em apoio à missão do Inmetro, passando a desempenhar a função de Laboratório Primário de Tempo e Frequência (LPTF).

Assim, a DSHO mantém sob sua guarda os padrões nacionais de tempo e frequência, que são a base da Rastreabilidade Metrológica Brasileira. Em nível internacional, a rastreabilidade dos padrões nacionais e da HLB é estabelecida com o Bureau International des Poids et Mesures (BIPM), sendo a HLB intercomparada em tempo real por meio do Sistema Interamericano de Metrologia (SIM), acessível via enlace SIM Time Scale Comparisons via Global Positioning System (GPS) Common-View, onde o LPTF da DSHO é identificado através da sigla ONRJ.

Neste trabalho, está resumida a evolução do relógio ao longo dos séculos, bem como os principais eventos associados à área de tempo e frequência.

RELÓGIOS
UMA EVOLUÇÃO MARCADA COM O TEMPO


Registros indicam que foram os egípcios e parte dos povos da Ásia ocidental quem primeiro dividiram o dia em 24 horas. O mais antigo instrumento para marcar as horas foi o "Relógio de Sol", que foi inventado pelos babilônios e egípcios e tinha um funcionamento simples: uma haste vertical se projetava do centro de uma superfície circular, projetando uma sombra do Sol para indicar a hora.

A história dos relógios acompanha, efetivamente, a própria história da civilização. Iniciando-se por volta de 5000 anos passados, registra a evolução do homem em seu progresso através dos tempos até os nossos dias. Iniciada a pouco mais de um século, a industrialização dos relógios é relativamente recente. Na atualidade é uma das indústrias mais evoluídas do nosso planeta, sendo produzidos em todo o mundo milhões de unidades anualmente. Isto, sem dúvida, porque a medição do tempo foi, é, e certamente continuará a ser uma preocupação permanente.

CRONOLOGIA DOS RELÓGIOS


Século XXX a.C.

3000 a.C. –
Bastão Relógio de Sol. Estudos levam a crer que o primeiro medidor de tempo, conhecido e realmente usado pelo homem, tenha sido um simples e rústico bastão fincado deliberadamente e conscientemente no solo.

2679 a.C. –
Clepsidra. Um dos mais primitivos relógio hidráulico. Antigos documentos relatam indícios que no reinado do imperador chinês Hoang-Ti, no ano 2679 a.C., esse povo já conhecia e usava a clepsidra.

Século XV a.C.

1500 a.C. –
Inscrição funerária egípcia menciona uma clepsidra, relógio de água, construída para o rei Amenophis I.

Século XIV a.C.

1400 a.C. –
A mais antiga citação que se conhece sobre o quadrante solar refere-se ao Egito e remonta à época do Faraó Tuttmosis III (1483 a 1450 a.C.).

Século X a.C.

950 a.C. –
Homero menciona em suas obras os períodos do dia e do ano solar.

Século VI a.C.

600 a.C. –
Referência a um relógio de sol, chamado "pedra horária", construído na Babilônia, por Beroso.

580 a.C. –
Atribui-se a Anaximandro de Mileto (610 a 547 a.C.), importante filósofo grego, a introdução de notável melhoria nos relógios de Sol, quando constrói o primeiro quadrante solar, ou seja, os mostradores.

Século V a.C.

430 a.C. –
Na Grécia começa a ser usada a clepsidra.

Século III a.C.

287 a.C. –
Arquimedes inventa as rodas dentadas.

Século II a.C.

158 a.C. –
Em Atenas, é construída a “Torre dos Ventos”. Uma estrutura de mármore octogonal, com 12,8 m de altura por 8 m de diâmetro, diversos quadrantes solares e uma clepsidra para medir o tempo. A Torre dos Ventos também é conhecida como Horologion de Andronikos Kyrrestes, astrônomo grego.

157 a.C. –
Roma conhece a clepsidra, levada por Scipião Násica.

Século I a.C.

27 a.C. –
É erigido no Campo de Marte, em Roma, um obelisco com a função de Gnomon. Foi construído para comemorar a expulsão dos tarquinienses (povo antigo da península itálica).

Século III d.C.

250 –
Surgem referências aos primeiros relógios de areia, ampulhetas.

Século VIII

721 –
Y. Hang, astrônomo chinês, constrói uma clepsidra mecânica que indicava o movimento dos astros.

Século IX

885 –
Alfredo o Grande usa velas para medir o tempo.

Século XI

1090 –
O chinês Su-Sung (1020 – 1101) publica um tratado sobre relógios de torre, movidos a água.

Século XIII

1251 –
O arquiteto Villard desenha um escapamento de relógio.

1292 –
É construído o relógio da catedral de Canterbury (Cathedral and Metropolitical Church of Christ at Canterbury).

Século XIV

1327 –
O abade Richard de Wallingford constrói o relógio astronômico de Santo Albano.

1352 –
A Catedral de Estrasburgo recebe seu primeiro relógio que ficou conhecido como o Relógio dos Três Reis.

1380 –
Surgem na península itálica os primeiros relógios domésticos.

Século XV

1459 –
A fita de aço é pela primeira vez aplicada nos relógios como elemento motor, a mola.

1500 –
Peter Henlein (1480 – 1542), de Nuremberg inventa um relógio portátil.

Século XVI

1525 –
O caracol é inventado por Jacob Zech (1717 – 1798), de Praga.

1530 –
Começam a ser usadas platinas de latão nos relógios portáteis.

1530 –
Gemma Frisius (1508 – 1555) propõe que a longitude no mar e em outros lugares pode ser determinada com o auxílio de relógios portáteis.

1549 –
Os portugueses introduzem no Japão os relógios mecânicos.

1560 –
Surge a corrente do caracol, que substitui o fio de tripa.

1570 –
Inicia-se a aplicação das figuras animadas na relojoaria.

1574 –
Isaac Habrecht (1544 – 1620) constrói o segundo relógio astronômico da Catedral de Estrasbrugo.

1582 –
Galileu Galilei (1564 – 1642) descobre o isosincronismo das oscilações do pêndulo.

1585 –
Jost Bürgi (1552 – 1632) constrói um relógio com corda para três meses.

1587 –
Começa em Genebra, Suíça, a fabricação de relógios.

1600 –
Generaliza-se a produção e uso de relógios portáteis, que tomam as mais variadas formas.

Século XVII

1610 –
Inicia-se o uso dos vidros de proteção sobre os mostradores e ponteiros dos relógios portáteis, assim como a aplicação das miniaturas em esmalte, para a decoração das tampas das caixas.

1640 –
Galileu Galilei (1564 – 1642), com 76 anos e cego, dita a seu filho e a seu aluno Vincenzo Viviani todos os detalhes que permitiram a estes desenhar o célebre relógio de Galileu, provido de um pêndulo e um escapamento livre.

1650 –
Christian Huygens (1629 – 1695) planeja a aplicação do pêndulo nos relógios.

1657 –
Salomon Coster (1620 – 1659) relojoeiro holandês de Haia, constroe o primeiro relógio a pêndulo inventado por Christian Huygens.

1670 –
O ponteiro de minutos começa a ser utilizado.

1675 –
Christian Huygens (1629 – 1695) inventa a espiral de aço para relógios de bolso, substituindo a cerda de porco.

1676 –
Daniel Quare (1647 – 1724) cria a soneria de repetição, batendo horas e quartos, pela pressão do suporte da argola, nos relógios portáteis.

1700 –
Surgem os primeiros relógios de azeite.

Século XVIII

1704 –
Nicolas Fatio Di Duillier (1664 – 1753) é o primeiro a utilizar nos relógios rubis perfurados como mancais para os pivôs das engrenagens.

1714 –
O parlamento inglês oferece um prêmio para o construtor de um relógio que permitisse melhor determinação da longitude no mar.

1726 –
George Graham (1674 – 1751) inventa o pêndulo com compensação a mercúrio.

1730 –
Na Alemanha, o artesão Franz Anton Ketterer (1676 – 1749) cria o primeiro relógio Cuco fabricado na Floresta Negra, no Estado de Baden-Württemberg.

1735 –
John Harrison (1693 – 1776) apresenta o primeiro cronômetro marítmo H-1 pesando 35 kg.

1741 –
John Harrison (1693 – 1776) com algumas inovações apresenta o segundo cronômetro marítmo H-2 pesando 40 kg.

1748 –
Pierre Le Roy (1717 – 1785) apresenta à Academia de Ciências de Paris um escapamento livre.

1751 –
É fabricado em Paris, por Louis Antoine LePlat, um relógio que carrega sua corda, com variações da pressão atmosférica.

1759 –
Thomas Mudge (1715 – 1794) inventa o escape a âncora para relógios portáteis, ainda usado em nossos dias.

1759 –
John Harrison (1693 – 1776) apresenta o cronômetro marítmo H-3 com o peso de 8 kg. Quase nem chegou ser testado porque o próprio John Harrison não ficou satisfeito.

1761 –
John Harrison (1693 – 1776), com o seu quarto cronômetro marítmo H-4, resolve o problema das longitudes no mar e recebe do governo inglês uma parte do prêmio de 20 mil libras.

1761 –
Pela primeira vez é usado o termo cronômetro por Pierre Le Roy (1717 – 1785).

1765 –
Surge o ponteiro dos segundos.

1775 –
John Arnold (1736 – 1799) inventa o cabelo helicoidal, para cronômetros.

1775 –
Abraham Louis Breguet (1747 – 1823) criou sua própria manufatura e produziu grandes invenções relojoeiras: escapamentos com cortes para compensação térmica; o uso de rubis cilíndricos; mecanismo de corda automática (a chave Breguet).

1800 –
Alexandre Volta (1745 – 1827) inventada a pilha elétrica.

Século XIX

1801 –
A casa BREGUET inventa o turbilhão (mecanismo para evitar as distorções provocadas pela gravidade).

1810 –
Criado pelo relojoeiro Abraham Louis Breguet (1747 – 1823) o primeiro modelo de relógio de pulso por encomenda de Marie Annonciade Carolina Murat (1782 – 1839), princesa de Nápoles e irmã de Napoleão Bonaparte.

1830 –
Pela primeira vez um pêndulo é acionado pela eletricidade pelo físico Giuseppe Zamboni (1776 – 1846), de Verona.

1840 –
Edmund Beckett (1816 – 1905), primeiro Barão Grimthorpe, inventa o escape à gravidade, concebido especialmente para o relógio de Westminster, o célebre BIG BEN de Londres.

1842 –
Jean Adrien Philippe (1815 – 1894) inicia a fabricação de seus relógios de bolso, com corda pela coroa.

1848 –
Louis Brandt (1825 – 1879) aos 24 anos, funda em La Chaux-de-Fonds, Suíça, uma fábrica de relógios de precisão com caixa de prata confeccionadas por artesões locais. Fundador da marca Omega.

1856 –
Louis François Clément Breguet (1804 – 1883) idealiza um dispositivo eletromagnético, para carregar a corda dos relógios.

1865 –
George Fréderic Roskopf (1813 – 1889) inventa o escapamento econômico, com âncoras de pinos.

1868 –
A empresa Patek-Philippe produz o primeiro relógio de pulso para mulheres. O primeiro modelo feminino foi vendido em 13 de novembro de 1876 à condessa húngara Koscowicz.

1880 –
O casal Curie (Pierre Curie (1859 – 1906) e Marie Curie (1867 – 1934)) descobre as qualidades piezo-elétricas do cristal de quartzo.

1884 –
O meridiano de Greenwich é aceito internacionalmente como o ponto inicial na escala dos meridianos para o cálculo das longitudes.

1884 –
Thomas Alva Edison (1847 – 1931) descobre a emissão termoiônica, efeito Edison, que permitiu a criação da válvula eletrônica.

1891 –
Sigimund Riefler (1847 – 1912) inventa um escapamento para pêndulo (Escapamento Riefler).

1900 –
A fábrica de relógios Omega produz o primeiro relógio de pulso, o Omega Policromado.

Século XX

1904 –
Alberto Santos Dumont (1873 – 1932) solicitou a seu amigo joalheiro Louis-François Cartier (1875 – 1942) que desenhasse um relógio adequado à aeronáutica. Com sua orientação, Cartier construiu o primeiro relógio de pulso masculino. Até então, somente mulheres usavam relógio no pulso, uma invenção da empresa suiça Patek-Philippe, em 1868. As pulseiras eram de brilhantes, e Santos Dumont foi o primeiro a utilizar o couro. Como era sempre imitado, coube a ele a popularização do uso do relógio no pulso, transformando o fato em moda, na época, quando os homens elegantes imediatamente passaram a ostentá-lo.

1912 –
Primeira Conferência Internacional da Hora em Paris, na qual foi determinada a unificação dos sinais horários por rádio e o uso universal do “Greenwich-Mean Time”.

1918 –
H. E. Warren constrói o primeiro motor elétrico síncrono para relógios.

1923 –
John Harwood (1893 – 1965) patenteia um dispositivo de corda automática, adaptado para os relógios de pulso.

1928 –
A International Astronomical Union (IAU) recomenda a designação "Universal Time" para o dia solar médio em Greenwich, contado a partir de meia-noite.

1929 –
Warren Alvin Morrison e Joseph Horton constroem o primeiro relógio a cristal de quartzo.

1935 –
Comparações entre observações astronômicas e os relógios de quartzo em Postdam (Alemanha), indicaram variações irregulares e imprevisíveis na rotação da Terra.

1938 –
No National Physical Laboratory (NPL), Louis Essen (1908 – 1997) alcançou maior precisão usando anéis de quartzo em vez de lajes. Ele descobriu que as variações na frequência dependiam, em grande parte, da forma como o quartzo era mantido no lugar. O Anel Essen, desenvolvido em 1938, era um anel de quartzo suspenso por seis fios de seda. Relógios contendo um Anel Essen mantinham a precisão de um segundo por três anos.

1938 –
A Patek Philippe & Co produzem um relógio de pulso retangular, modelo masculino, que mostra as horas em 28 cidades do mundo. Entregue em agosto de 1938 a GUILLERMIN & Cie, em Paris.

1939 –
O Royal Observatory Greenwich comprou seu primeiro relógio de quartzo.

1941 –
O Instituto Brasileiro de Relojoaria é fundado em São Paulo.

1942 –
Isidor Isaac Rabi (1898 – 1988) inicia as pesquisas relacionadas ao núcleo dos átomos, o que levará ao relógio atômico.

1942 –
O Royal Observatory Greenwich passou a ter seus horários oficiais obtidos de grupos de relógios de quartzo no Post Office Rádio Sucursal, em Dollis Hill.

1944 –
No Royal Observatory Greenwich foram instalados quatro bancos de três relógios de quartzo em diferentes caves, e os seus tempos foram comparados eletronicamente. Os cristais nesses relógios eram frequentemente sintonizado a 100000 Hz (ciclos por segundo).

1948 –
Devido aos trabalhos de Willian Bradford Schockley (1910 – 1989), John Bardeen (1908 – 1991) e Walter Houser Brattain (1902 – 1987) surge experimentalmente o primeiro transistor, inventado nos Laboratórios Bell, em dezembro de 1947, sendo mantido em segredo até junho de 1948.

1948 –
O National Bureau of Standard (NBS), atualmente National Institute of Standards and Technology (NIST), apresentou o primeiro relógio atômico mundial, utilizando moléculas de amônia(NH3) como fonte de vibrações.

1948 –
Dimas de Melo Pimenta (1918 – 1996) inicia no Brasil pesquisas sobre relógios comandados por sinais de rádio.

1950 –
Introdução da escala de tempo das Efemérides (ET). O Tempo das Efemérides (ET), é a escala de tempo astronômica baseada no movimento orbital da terra em torno do Sol.

1952 –
O NIST completou a primeira medição exata da ressonância da frequência do relógio de césio. Os aparelhos para essa medição são chamados NBS-1.

1953 –
Louis Essen (1908 – 1997) e Jack Parry receberam autorização para produzir um relógio atômico no NPL. Na época, tinham pouca experiência em relógios atômicos, mas o conhecimento de Essen em osciladores de quartzo e ressonância de micro-ondas permitiu-lhes a produção de um relógio de césio, em 1955. Dificuldades políticas nos EUA quase interromperam as pesquisas de relógios atômicos no NBS.

1955 –
O primeiro relógio atômico - Césio I, -, foi projetado e construído por Louis Essen no NPL, em Teddington, Inglaterra. Lá, ele trabalhou no desenvolvimento de osciladores de cristal de quartzo, o que permitiu medir o tempo de forma tão precisa como os melhores relógios de pêndulo, tendo em vista que em 1938, ele tinha desenvolvido o Anel Essen, peça de quartzo utilizado no seu novo relógio, que foi três vezes mais exata do que as versões anteriores. O Césio I foi o primeiro relógio cuja cronometragem foi significativamente mais constante do que a rotação da Terra.

1955 –
Charles Hard Townes (1915 - ) orienta a construção do relógio atômico de Maser.

1956 –
Jerrold R. Zacharias e Richard T. Daly, apresentam no dia 3 de outubro o primeiro relógio atômico comercial no Overseas Press Club, em Nova York.

1957 –
Max Hetzel (1921 - ), da fábrica Hamilton dos EUA, apresenta o primeiro relógio de pulso eletrônico.

1958 –
O Laboratório de Pesquisas Relojoeiras, de Neuchatel, constrói o primeiro relógio atômico suíço.

1958 –
P. Bender, do NBS, EUA, desenvolve técnica que permite mais tarde a construção de padrões atômicos de rubídio.

1959 –
A fábrica DIMEP do Brasil inicia as pesquisas para a fabricação de relógios a quartzo no Brasil.

1960 –
O NBS-2 é inaugurado em Boulder, Colorado. Ele é utilizado para calibrar padrões secundários.

1960 –
As forças armadas americanas concebem o projeto para o sistema Global Positioning System (GPS) de navegação que, como subproduto, permite a disseminação de tempo e frequência no mundo inteiro, com grande precisão.

1963 –
O NBS-3 é o resultado da procura de um relógio com uma melhor precisão e estabilidade.

1967 –
Os suíços desenvolvem no Centre Electronique Horloger (CEH) em Neuchâtel, Suíça, o primeiro protótipo de relógio de pulso a quartzo, com mostrador e ponteiros convencionais o Beta 21.

1967 –
A 13a Conferência Geral de Pesos e Medidas (CGPM), passou a considerar o padrão de césio, como base para a definição da unidade de tempo (segundo). Definição: o segundo é a duração de 9.192.631.770 períodos da radiação correspondente aos dois níveis hiperfinos do estado básico dos átomos de Césio 133.

1968 –
A construção do NBS-4, considerado o mais estável relógio de césio, está concluída. Este relógio foi utilizado na década de 1990 como parte do Sistema NIST Tempo.

1969 –
Criada a escala de Tempo Atômico Internacional(TAI).
O Tempo Atômico Internacional (TAI) é a escala de tempo calculada pelo Bureau Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), na França, usando informações de cerca de duzentos e sessenta relógios atômicos localizados em institutos e observatórios de metrologia ao redor do mundo.

1970 –
Começa a funcionar no Brasil, no Serviço da Hora do Observatório Nacional, o 1º padrão atômico de césio.

1970 –
As fábricas de relógios americanas Hamilton Watch Company, de Lancaster, Pensilvânia, e a Electro-Inc Dados, de Garland, Texas, produzem o primeiro relógio eletrônico de pulso a quartzo, o Pulsar, sem peças móveis e com mostrador digital. Os números do Pulsar são constituídos por “Light Emitting Diode” (LED).

1971 –
Pesquisado e desenvolvido pela Optel Corporation, Princeton, USA, surge a aplicação de um novo mostrador digital para relógios de pulso a quartzo, o “Liquid Crystal Display” (LCD).

1972 –
O novo sistema de Tempo Universal Coordenado (UTC), baseado nos padrões atômicos, passou a vigorar à partir de 1º de janeiro.

1972 –
Concluído o NBS-5, um feixe de césio de dispositivo avançado, utilizado como o principal padrão.

1973 –
Aprovação do sistema GPS.

1974 –
Chega ao Observatório Nacional, o 1º Padrão Atômico de Rubídio.

1975 –
O NBS-6 inicia sua operação, um avanço do NBS-5. É considerado o mais preciso relógio atômico do mundo. Sua precisão é de ? 1 segundo em 300.000 anos.

1978 –
Lançamento do primeiro dos 18 satélites que comporão o sistema GPS.

1983 –
Lançamento do oitavo satélite do sistema GPS.

1985 –
Lançamento do décimo primeiro satélite do sistema GPS.

1987 –
A fábrica de automóveis GM nos EUA planeja ter em seus automóveis receptores para o GPS.

1993 –
O NBS-7 vem em linha, atingindo uma incerteza de 5x10-15, ou seja, 20, vezes mais preciso do que o NBS-6.

1996 –
Chega ao Observatório Nacional, dois masers de Hidrogênio CH1-75 da Marca KVARZ, os primeiros do Hemisfério Sul.

1997 –
Instalados no Observatório Nacional, dois padrões de Césio HP5071A.

1999 –
O NIST-F1 inicia sua operação com uma incerteza de 1,7x10-15, ou precisão de cerca de um segundo em 20 milhões de anos, o que o torna um dos mais precisos relógios.

2000 –
A incerteza do NIST-F1 está continuamente melhorando. Já apresenta 1x10-15.

Século XXI

2004 –
O NIST apresenta um relógio atômico do tamanho de um chip de computador ou de um grão de arroz (1,5 milímetro de largura por 4 milímetro de altura). O relógio atômico portátil terá uma variação de ± 1 segundo a cada 300 anos. Ele pode ser comparável em dimensões e estabilidade aos osciladores de cristal de quartzo, usados em pequenos aparelhos eletrônicos ou marcadores de pulso. Suas aplicações variam desde as telecomunicações à navegação, em aparelhos de comunicação sem fio, em receptores de sinais de localização via satélite e em veículos comerciais e militares. O equipamento consome pouca energia, que pode ser suprida por uma pequena pilha ou bateria.

A DSHO tem o seu Sistema de Gestão da Qualidade aprovado pelo Sistema Interamericano de Metrologia (SIM) / Quality System Task Force (QSTF).

2005 –
A incerteza do NIST-F1 foi reduzida para cerca de 5x10-16, o que significa não variar um segundo em mais de 60 milhões de anos. Podemos observar que o NIST-F1 é aproximadamente dez vezes mais preciso que NIST-7 que, no período entre 1993-1999, foi utilizado como padrão primário de tempo e frequência nos Estados Unidos.

2006 –
Em junho a DSHO passa a enviar dados do cálculo da Escala de Tempo Atômico Brasileiro, TA(ONRJ), tornando o Brasil um dos 15 países no mundo a gerar uma escala de tempo atômico independente – Circular T. Em novembro a Hora Legal Brasileira, UTC(ONRJ), passa a ser gerada tendo como base a TA(ONRJ), isto é, um conjunto de relógios atômicos.

2007 –
Os equipamentos desenvolvidos pela DSHO para gerar a Hora Falada entram em operação.

2008 –
A DSHO em novembro passa a disseminar a Hora Legal Brasileira e frequência padrão em 10MHz para todo o território nacional.

Físicos do National Institute of Standards and Technology (NIST), demonstram a lógica de um relógio quântico com base em íons de mercúrio e alumínio. São considerados os relógios mais precisos que tenham sido construídos até esta data. O relógio atômico não atrasa nem adianta um segundo em mais de um bilhão de anos.

2009 –
A DSHO tem o seu Sistema de Gestão da Qualidade reavaliado pelo Sistema Interamericano de Metrologia (SIM) / Quality System Task Force (QSTF), e sua melhor capacidade de medição aprovada passando a constar no Key Comparison Data Base (KCDB) do Bureau International des Poids et Mesures (BIPM).

2010 –
Entra em operação mais dois relógios atômicos de césio e um relógio a maser de hidrogênio Symmetricom MHM 2010. A DSHO mantém em operação contínua sete relógios atômicos de césio e um maser de hidrogênio nas suas instalações, e em ambiente seguro três relógios atômicos de césio (raízes de tempo) da Rede de Auditoria de Carimbo de Tempo e a Rede de Sincronismo fora das suas instalações, a saber: a primeira raiz em Brasília na sala cofre do Supremo Tribunal Federal (STF), a segunda raiz em São Paulo na sala cofre do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto br (NIC) e a terceira raiz no Rio de Janeiro na Global Crossing.

O Dr. James Chin-Chou Wen do NIST desenvolve a segunda versão do relógio de lógica quântica usando um único átomo de alumínio (átomo eletricamente carregado). Considerado o relógio mais preciso do mundo, sua perda de um segundo se dá a cada 3,4 bilhões de anos, em comparação com o NIST-F1 (relógio atômico com fonte de césio usado como padrão de tempo civil), que perde ou ganha um segundo em cerca de 100 milhões de anos, de acordo com a atual norma internacional.

REFERÊNCIAS

01) ALLEN, Tony. A história e o desenvolvimento do Relógio de Sol. Disponível em:
http://weuropeanhistory.suite101.com/article.cfm/the_history_and_development_of_sundials. Acesso em: 16 outubro 2009.

02) BIG BEN. Disponível em:
http://www.whitechapelbellfoundry.co.uk/bigben.htm. Acesso em 27 outubro 2009.

03) BOLSO, Relógio de. Disponível em:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/f/f2/BwcRtmvt7sa.jpg&imgrefurl=http://reloginos.blogspot.com. Acesso em: 23 julho 2009.

04) BRAGANÇA, Dom Luiz de Orleans e. A Princesa Isabel – 160 anos. Disponível em:
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05) BRÉGUET, Abraham Louis. Disponível em:
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